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Rebelião em prisão do Maranhão deixa 13 mortos; feridos podem ser 30

9 out 2013
22h47
atualizado em 10/10/2013 às 06h07
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Um motim motivado por um conflito entre grupos rivais no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão, deixou pelo menos 13 detentos mortos e cerca de 30 feridos na noite desta quarta-feira, segundo um comunicado do governo estadual.

O governo atribuiu o motim a uma disputa entre grupos rivais em uma das unidades do complexo penitenciário.

A disputa aconteceu depois que uma operação policial realizada esta semana terminou com a prisão de 16 integrantes de uma facção conhecida como "Bonde dos 40", a maior organização criminosa do estado, segundo o comunicado.

Os rivais do grupo desarticulado aparentemente aproveitaram seu enfraquecimento para um "acerto de contas" dentro do presídio.

O confronto aconteceu no começo da noite, quando os presos foram retirados do pavilhão para uma inspeção, pois a direção do complexo penitenciário recebeu informações de que aproximadamente 60 internos estavam escavando um túnel.

Os presos que incitaram a rebelião foram precisamente os que estavam na cela na qual foi descoberto o túnel.

Alguns familiares dos presos se dirigiram até o complexo para obter informações sobre o estado de seus parentes e entraram em confronto com a polícia após serem impedidos de se aproximar do local.

A situação foi controlada pela Polícia Militar do Maranhão, que realizou uma revista geral em todo o recinto, segundo o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes.

No dia 1º de outubro, outros três presos foram assassinados na mesma penitenciária, um deles decapitado, em um motim provocado pela decisão da diretoria do presídio de transferir 18 internos.

O complexo penitenciário de Pedrinhas já foi cenário de vários motins, um deles, ocorrido em 2010, no qual morreram 20 pessoas.

<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/massacre-do-carandiru/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/massacre-do-carandiru/iframe.htm">veja o infográfico</a>
EFE   

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