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Corpo de universitário morto na zona leste é velado em São Paulo

Estudante foi baleado na cabeça em frente ao prédio onde morava, na zona leste

10 abr 2013
15h36
atualizado às 16h52
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O corpo do universitário Victor Hugo Deppman, 19 anos, morto na noite desta terça-feira após uma tentativa de assalto, no bairro do Belém, na zona leste de São Paulo, está sendo velado na tarde desta quarta-feira no cemitério Quarta Parada, onde será enterrado às 17h. 

Universitário será enterrado às 17h no cemitério Quarta Parada, zona leste
Universitário será enterrado às 17h no cemitério Quarta Parada, zona leste
Foto: Rafael Camargo / Futura Press

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O universitário, que era estudante de Rádio e TV e fazia estágio na RedeTV!, em Osasco, na Grande São Paulo, foi baleado na cabeça após uma tentativa de assalto em frente ao prédio onde morava, na rua Herval, no Belém, zona leste da capital paulista. 

O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte) na Central de Flagrantes do 31º DP, na Vila Carrão. Segundo a Polícia Civil, a ocorrência será encaminhada ainda hoje para o 81º DP, do Belém, que deverá iniciar as investigações. Segundo a delegada plantonista do DP da Vila Carrão, as imagens da câmera de segurança do edifício já foram solicitadas e devem ajudar no caso. O autor do crime ainda não foi encontrado.

Amiga não acredita em reação
Ao saber da notícia da morte do amigo, a assistente de produção Beatriz Barnes, 24 anos, que estudou na mesma faculdade que Victor e era colega de trabalho do jovem, disse ter ficado chocada. “É difícil encontrar palavras para dizer como eu me senti ou como estou me sentindo até agora. É revoltante e desesperador ao mesmo tempo”, falou a jovem.  

Segundo ela, o amigo era uma pessoa tranquila e que não reagiria a um assalto. “Eu acho muito estranho ele ter reagido de alguma forma que pudesse ameaçar o assaltante. É difícil ter acontecido isso, em minha opinião”, disse.

Para ela, o crime aconteceu por falta de controle emocional do criminoso. “Esse assaltante devia estar extremamente drogado. Esses assaltantes não podem ser chamados de seres humanos, são monstros sem igual”, desabafou a jovem, que afirmou que vai carregar na memória os momentos alegres ao lado do amigo: “vou lembrar ele sempre sorrindo e de bom humor. O sorriso era a marca registrada dele”.

Fonte: Terra
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