Caso Goleiro Bruno
 
 

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 Caso Bruno: Justiça quebra sigilo telefônico de 5 suspeitos
15 de julho de 2010 08h09 atualizado às 15h37

Bola é um dos suspeitos que tiveram a quebra do sigilo decretada. Foto: Pedro Vilela/Agência Estado

Bola é um dos suspeitos que tiveram a quebra do sigilo decretada
Foto: Pedro Vilela/Agência Estado

A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem (MG), determinou nesta quinta-feira a quebra do sigilo telefônico de cinco suspeitos pelo desaparecimento da estudante Eliza Samudio, mãe do suposto filho do goleiro Bruno Souza. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), foi determinada a quebra do sigilo de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Elenílson Vítor da Silva, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, Flávio Caetano de Araújo e o adolescente J., primo do jogador.

A assessoria de imprensa do tribunal não confirmou se Bruno também teve a quebra do sigilo autorizada. Na semana passada, a juíza já havia determinado a divulgação dos dados de Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, mulher do goleiro, e de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, além da vítima.

Policiais da Delegacia de Homicídios de Contagem querem cruzar os telefonemas feitos e recebidos pelos suspeitos e o local onde eles estavam nos dias antes do desaparecimento de Eliza. Essas informações poderão ser obtidas pelos dados das estações rádio-base (ERBs), antenas que indicam o ponto onde ocorreram as ligações.

Ontem, o delegado Édson Moreira, chefe do Departamento de Investigações de Homicídios de Minas Gerais, acenou com a possibilidade de oferecer delação premiada aos acusados do crime que decidirem colaborar com as investigações da polícia. "Esse pedido poderá ser feito à Justiça", afirmou. Por enquanto, apenas dois primos de Bruno - J. e Sérgio Rosa Salles - estão ajudando a esclarecer o desaparecimento.

Com informações de O Dia.

Redação Terra