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BA: homem é acusado de asfixiar e enterrar a amante grávida

30 mai 2012
16h40
atualizado às 16h59

Um homem de 27 anos foi preso, nesta quarta-feira, suspeito de matar a amante por asfixia e enterrá-la no jardim de casa, em Alagoinhas, a 120 km de Salvador (BA). De acordo com a Polícia Civil, Gisele Cordeiro Reis estava grávida e foi assassinada por Vinícius dos Reis Pereira após se negar a interromper a gestação.

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Amante de Vinícius dos Reis Pereira, 27 anos e noivo de outra mulher, Gisele estaria grávida de quatro meses e ele exigiria que ela abortasse a gravidez. Gisele, segundo a polícia, foi atraída por ele para um motel e morta por asfixia. Em seguida, Pereira teria enterrado o corpo no quintal da casa onde mora com os pais, em Alagoinhas.

Gisele desapareceu após sair da loja onde trabalhava e iria encontrar-se com o amante, de quem estava grávida de quatro meses. A ausência dela no trabalho e em casa, no dia seguinte, preocupou os familiares que acionaram a polícia. Com a prisão preventiva decretada pela Justiça, Pereira apresentou-se à delegacia de Rio Real na segunda-feira acompanhado de um advogado, quando o mandado judicial foi cumprido.

Segundo o delegado Jobson Lucas Marques, coordenador da 2ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior/Alagoinhas (Coorpin), Pereira chegou a forjar uma carta com a assinatura da vítima, declarando estar grávida de outro homem. Depois de asfixiar Gisele, o acusado teria escondido o corpo na mala do carro e seguido para enterra-lo no quintal, fugindo depois para cidade de Rio Real (BA).

Uma equipe coordenada pelos delegados Flávio Augusto de Andrade Góis, titular da 1ª Delegacia Territorial de Alagoinhas, e pela delegada plantonista Rita de Cássia Magalhães Batista, esteve na casa dos pais de Vinicius, constatando que havia terra remexida no quintal. O corpo resgatado foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica.

Vinícius dos Reis Pereira ficará em custódia no complexo policial de Alagoinhas à disposição da Justiça Criminal. Ele vai responder por homicídio triplamente qualificado e, se condenado, poderá pagar até 30 anos de prisão.

Fonte: Terra
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