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Professora passa 5 dias acorrentada em cativeiro

08 de maio de 2006 08h47 atualizado às 15h25

A professora Neide Alferes, 43 anos, seqüestrada na última terça-feira, foi mantida refém de seqüestradores por cinco dias em um barraco na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo. Ela foi libertada ontem pela polícia, depois de uma denúncia anônima. A professora estava acorrentada a uma cama, em um barraco na rua Vento e Ramagens, no Jardim Oriental. Nenhum seqüestrador foi encontrado no cativeiro.

Neide, sua mãe e o marido, um microempresário, foram abordados por dois homens, em um semáforo fechado, quando seguiam no carro da família, um Santana, pela rua em que moram, na região de Parelheiros. Os bandidos obrigaram o microempresário e a mãe da professora a descer do carro. A dupla fugiu em alta velocidade com Neide.

Após rodar poucos quilômetros, a dupla abandonou o Santana. Neide foi levada para um quarto no fundo de um barraco na rua Ventos e Ramagens. Neste domingo, a polícia chegou ao local depois de receber uma denúncia pelo 181 (Disque Denúncia).

O dono do barraco foi levado com a vítima para a Divisão Anti-Seqüestro (DAS) da Polícia Civil. Com base no interrogatório do homem detido, a polícia espera identificar e prender os integrantes da quadrilha.

Redação Terra