Em coletiva, governador baiano disse que não haverá anistia a policiais que depredaram bens públicos
Foto: Manu Dias/Secom/Divulgação
Os familiares de crianças que estudam em escolas particulares baianas devem perguntar às instituições quando será a volta às aulas, que estava programada para a segunda-feira, dia 6.
Segundo o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia (Sinep - BA), Natálio Dantas, os colégios só devem retomar as aulas após o fim da greve dos policiais militares.
"Os pais devem usar o nosso site como canal de comunicação. Nossa preocupação é a segurança dos alunos durante o trânsito deles", disse Antônio Bamberg, diretor técnico e pedagógico das escolas. Os colégios particulares baianos somam 4,5 mil estudantes só na capital. As famílias começaram a ser informadas no último sábado, através de SMS enviado para os celulares dos pais.
Não é possível saber o total de escolas que vão aderir à recomendação em toda a Bahia. Em Salvador, o grupo educacional que reúne os colégios São Paulo, Anchieta e as unidades Anchietinhas confirmou que acatará a orientação da entidade, suspendendo as atividades na segunda-feira, 6.
Cerca de 1 milhão de alunos e 40 mil docentes da rede pública devem retornar às salas de aula nos 417 municípios. A Secretaria de Segurança Pública garante que os estudantes terão a segurança necessária para retomar as suas atividades, com o trabalho de homens das forças federais e dos policiais militares não-grevistas.
O sábado foi de tensão em alguns pontos de Salvador, com a ocorrência de arrombamentos no comércio e homicídios ainda motivados pela paralisação dos policiais militares.
- Agência A Tarde


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