O desembargador Ivan Ricardo Garisio Sartori, que assume a presidência do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo na próxima semana, comparou as práticas investigativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) às da ditadura. Sartori afirmou que se não há respeito pela lei, então não é preciso mais o Legislativo, acrescentando que é preciso respeitar a Constituição e que o CNJ tem que observar o devido processo legal, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo.
Segundo o desembargador, no TJ-SP sempre se apura tudo o que surgiu, e nunca houve omissão. O futuro presidente da Corte paulista disse ainda que determinou a elaboração de um levantamento sobre os pagamentos realizados desde 1996 para verificar se "há fundamento" nos repasses antecipados a determinados juízes, uma das ações que estavam sendo investigadas pelo CNJ e que foram suspensas por decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski.
- Terra


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