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 RJ: mães fazem mamaço no Parque Lage por amamentação livre
12 de junho de 2011 16h52 atualizado às 18h01

Quase 200 pessoas participaram do evento realizado no Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico. Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

Quase 200 pessoas participaram do evento realizado no Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico
Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

Cláudia Marapodi
Diretor do Rio de Janeiro

Mais de cem mães, com seus companheiros e filhos, estiveram na manhã deste domingo de dia dos namorados no Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro para um ato coletivo em prol da amamentação livre.

Seguindo o estilo despojado de ser do carioca, as famílias foram chegando aos poucos com seus bebês, e o evento que estava programado para começar às 10h, iniciou mesmo depois das 11h com todas as famílias integradas. Durante o evento, foi promovido bate-papo sobre a importância da amamentação nos primeiros meses da criança com profissionais da área de saúde e entidades envolvidas com o tema.

Para Maribel Barreto, Contadora de Histórias e mâe em tempo integral, a manifestação foi um sucesso surpreendente e contou com a presença de aproximadamente 200 pessoas entre mães e pais e alguns avós.

"Apesar de ter sido transferido da semana passada para hoje, fiquei muito feliz com a adesão das mães. Tenho a impressão que foi a cidade que mais atraiu as famílias. Foi tudo perfeito: o dia lindo, as pessoas, os profissionais convidados. Tudo deu certo. Só falta as pessoas deixarem esse machismo e preconceito de lado", afirmou a organizadora da mobilização na capital carioca.

Além de palestras com psicóloga perinatal, parteira e enfermeira obstétrica, também teve rodinha com fonoaudiólogo e massagem para bebês além de recreação com muito canto e dança para mamães e bebês.

Terra
  1. Mais de cem mães, com seus companheiros e filhos, estiveram meste domingo de dia dos namorados no Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro para um ato coletivo em prol da amamentação livre

    Foto: Cláudia Marapodi /Especial para Terra

  2. Além de palestras, o evento no Rio contou ainda com rodinha com fonoaudiólogo e massagem para bebês além de recreação com muito canto e dança para mamães e bebês

    Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

  3. Durante o evento foi promovido bate-papo sobre a importância da amamentação nos primeiros meses da criança com profissionais da área de saúde e entidades envolvidas com o tema

    Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

  4. Evento começou logo após 11h com bastante interação entre as famílias

    Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

  5. Maribel Barreto, organizadora da manifestação no Rio com sua filha Catarina Maria de 8 meses

    Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

  6. "Só falta as pessoas deixarem esse machismo e preconceito de lado", disse a organizadora do evento, Maribel Barreto

    Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

  7. Catarina Maria nasceu de parto normal

    Foto: Cláudia Marapodi/Especial para Terra

  8. Em maio, aproximadamente 50 mães acompanhadas por seus bebês se reuniram no Itaú Cultural em São Paulo para amamentar seus filhos e reivindicar o direito de fazê-lo em locais públicos. A iniciativa surgiu depois que um membro da segurança da mesma instituição pediu a uma mulher que amamentava um bebê que fosse para um local fechado

    Foto: Futura Press

  9. A mulher divulgou o episódio do constrangimento Itaú Cultural no Facebook e a partir daí foi desencadeado um movimento que originou o "mamaço"

    Foto: Leo Martins/Futura Press

  10. Iniciativa do "mamaço" acabou sendo aprovada pelo Itaú Cultural que pediu desculpas. A instituição informou que "abraçou o ato e propôs transformá-lo em uma manifestação de cultura"

    Foto: Leo Martins/Futura Press

  11. Em dezembro de 2010, manifestantes combinaram pela internet um ato na região central de São Paulo contra os ataques a homossexuais na capital paulista. O grupo ainda pediu a aprovação do projeto de lei complementar que criminaliza a homofobia, o PLC-122

    Foto: Fernando Borges/Terra

  12. Durante a manifestação, também foi promovido um beijaço gay. Comandado por drag queens, os participantes se beijaram em frente a uma doceria onde um casal homossexual foi discriminado, segundo o grupo, porque se abraçou em público

    Foto: Fernando Borges/Terra

  13. Após o beijaço, os manifestantes fizeram passeata por cerca de seis quarteirões gritando frases como "contra homofobia, nossa luta é todo dia"

    Foto: Fernando Borges/Terra

  14. Em Porto Alegre, jovens participam de um beijaço ocorrido no mês passado, no centro da cidade. O ato integrou homossexuais e simpatizantes, que exigem a aprovação do Projeto de Lei (PL) 122, que pede a criminalização da homofobia

    Foto: Maurício Tonetto/Terra

  15. Durante uma hora, os organizadores do beijaço distribuíram panfletos, gritaram palavras de ordem contra a discriminação, conversaram com as pessoas e promoveram um beijo coletivo duas vezes, no centro de Porto Alegre

    Foto: Maurício Tonetto/Terra

  16. Em 14 de maio, um protesto que começou na internet ganhou as ruas do bairro de Higienópolis, região central de São Paulo, contra a mudança do local para a construção de uma nova estação do Metrô. Para o "churrascão da gente diferenciada", centenas de manifestantes levaram frango com farofa, queijo coalho e cerveja

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  17. O movimento começou após uma moradora da região de alto padrão afirmar, em entrevista a um jornal, que a estação de Metrô no local atrairia para o bairro "gente diferenciada". Para alguns moradores, a estação ampliaria o fluxo de pessoas, com o consequente "aumento de ocorrências indesejáveis", além da transformação da área em "camelódromo"

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  18. O evento foi criado pelo jornalista Danilo Saraiva como uma brincadeira na internet, mas mais de 50 mil pessoas confirmaram presença no Facebook. Durante a tarde de um sábado, cerca de mil pessoas se reuniram no local indicado para protestar com bom humor

    Foto: Ivan Pacheco/Terra

  19. Contra a agressão sexual, cerca de 300 mulheres marcharam no início deste mês na avenida Paulista, em São Paulo, na primeira edição da "Marcha das Vadias" brasileira. Inspirada na "Slut Walk" canadense, termo similar em inglês, o protesto reuniu em sua maioria jovens

    Foto: Terra

  20. Com pouca roupa, as brasileiras aproveitaram para protestar contra o machismo. A ideia da marcha canadense aconteceu depois que um policial, durante palestra em uma universidade local, ter afirmado que as mulheres deveriam evitar se vestir como vagabundas para não serem alvos preferenciais de estupros

    Foto: Terra

  21. Algumas mulheres comparecerem ao protesto apenas de calcinha e sutiã, também com o objetivo de chamar atenção para a violência

    Foto: Terra

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