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 RJ: delegada pede sigilo de investigação de morte de empresário
19 de maio de 2011 17h52

Presa desde 2ª, Verônica teve a prisão temporária prorrogada em 25 dias. Foto: Paulo Alvadia/O Dia

Presa desde 2ª, Verônica teve a prisão temporária prorrogada em 25 dias
Foto: Paulo Alvadia/O Dia

A investigação da morte do empresário Fabio Gabriel Rodrigues, 33 anos, encontrado em um motel em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, vai correr em sigilo a partir desta quinta-feira. A afirmação foi feita pela delegada Juliana Rattes, da 77ª Delegacia de Polícia Civil, em Icaraí, responsável pelo caso.

Segundo ela, a divulgação de algumas informações sobre o caso podem prejudicar a investigação. De acordo com a delegada, a Polícia Civil só deve divulgar informações que não comprometam a investigação do caso.

Verônica Verone de Paiva, suspeita principal do caso, está presa desde segunda-feira, quando se apresentou na delegacia e confessou ter matado o amante. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, a Justiça prorrogou sua prisão temporária por mais 25 dias. Verônica está presa em Bangu 7.

Terra