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 Secretário da Saúde vê transplantes como maior desafio no Rio
28 de março de 2011 22h57 atualizado às 22h59

O secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, admitiu nesta segunda-feira, durante o lançamento dos serviços de ressonância magnética e tomógrafo móveis, na Cinelândia, que o transplante de órgãos é o maior desafio de sua pasta. Segundo ele, hospitais da rede privada serão credenciados para fazer o serviço.

"Os cursos de capacitação que fizemos com os médicos que trabalham em unidades de terapia intensiva e nas emergências do Estado vão começar a surtir efeito. Eles foram treinados a constatar e registrar a morte encefálica, que é o primeiro passo para se realizar, adiante, o transplante", disse.

Segundo a Central de Transplantes do Rio de Janeiro, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil (Sesdec), foram realizados 255 transplantes em 2009. Ano passado, o número de cirurgias subiu para 304, mas a lista de espera aumentou de 7.817 pessoas em 2009 para 8.071, em 2010. Os dados se referem a pacientes ativos (em tratamento) e semiativos (pessoas que abandonaram o tratamento).

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