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 Padilha quer reunir grupo de combate à dengue semana que vem
03 de janeiro de 2011 16h05 atualizado às 21h56

Alexandre Padilha assumiu o Ministério da Saúde. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Alexandre Padilha assumiu o Ministério da Saúde
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Vagner Magalhães
Direto de Brasília

Ao assumir o cargo antes ocupado por José Gomes Temporão, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta segunda-feira que vai pedir à presidente Dilma Rousseff que convoque ainda na próxima semana o grupo interministerial de combate à dengue para discutir a atual situação da doença no País. Segundo ele, é só com a união de políticas públicas que será efetivamente combatido o problema.

Ainda ao falar da dengue, Padilha brincou e afirmou que os servidores da pasta não devem se surpreender se ele bater algumas portas do ministério para verificar se não há água acumulada - ambiente propício para a criação do mosquito transmissor da doença. O grupo foi criado em outubro de 2008, com integrantes do ministério da Saúde, Justiça, Cidades, Defesa, Integração Nacional e da Casa Civil, além da Secretaria de Comunicação da Presidência.

O novo ministro afirmou ainda que não se faz mudanças na área sem construir maiorias políticas e parcerias com deputados, senadores, governadores e prefeitos. "Vocês terão aqui um ministro técnico, mas também um ministro político, no sentido de construir as mudanças necessárias na saúde do País", afirmou.

"Sei dos vários desafios que enfrenta a saúde do nosso País", afirmou, acrescentando que a presidente Dilma também sabe das dificuldades do setor. "Mas seria muito mais difícil se não fosse suceder essa geração de ministros que construíram, em oito anos, melhorias no SUS", afirmou. Padilha disse também que vai trabalhar para que o ministério esteja "absolutamente envolvido e integrado" com a meta de Dilma, reafirmada na posse, de erradicar a miséria no País.

SUS
O médico e ex-ministro de Relações Institucionais do governo Lula afirmou que uma "obsessão" da sua pasta será diminuir a filas e a espera para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). "Tem de ser uma obsessão nossa diminuir a fila, a demora, a espera para o atendimento. As dificuldades para alcançar essa meta não nos permitem tirar isso do centro do nosso trabalho. Eu acredito que está na hora de termos um mapa nacional das necessidades, com equipamentos ofertados por nós. Esse é um desafio que eu quero assumir", disse.

Segundo ele, ao ser convidado por Dilma Rousseff para a pasta, a presidente pediu melhorias no atendimento à saúde da mulher e da criança, e que o ministério disponibilizasse o mais rápido possível a gratuidade dos medicamentos para diabéticos e hipertensos. Também foi solicitado um cuidado especial e prioritário para a instalação das Unidades de Pronto Atendimento no Brasil. "É só ouvir o discurso de posse da Dilma. Nunca num discurso oficial houve tamanho compromisso com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde", afirmou Padilha.

Entre as prioridades está também o compromisso de políticas de prevenção, tratamento e reabilitação de mulheres com câncer de mama e colo uterino. O combate à dengue também está entre as prioridades do novo ministro, a pedido de Dilma Rousseff.

Segundo Padilha, é preciso vencer a contradição das fortes críticas recebidas pelo SUS ao mesmo tempo em que as pessoas que são atendidas pelo sistema se dizem satisfeitas. "É preciso vencer essa contradição. Todos nós sabemos o que significa o SUS para o Brasil. Poucos países fazem o que nós fazemos com os recursos que temos. As pessoas, ao serem atendidas pelo SUS, saem dizendo que o atendimento foi satisfatório. Contradição é como o SUS pode continuar sendo elemento de crítica tão forte. Tenho como ministro de Saúde uma obsessão. No centro do planejamento das ações, estará a garantia do acolhimento das pessoas no tempo adequado", afirmou.

Ele também disse que é preciso investir mais e melhor os recursos que o ministério tem hoje. "O financiamento sustentável só virá com a aprimoração da melhora dos gastos. A sociedade só dará dinheiro a mais para a saúde quando perceber que vamos fazer o investimento de forma transparente".

Biografia
Alexandre Padilha é militante petista desde o movimento estudantil. Ainda quando ocupava a subchefia de Assuntos Federativos do Planalto, acompanhava a então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff em reuniões da base aliada. Foi diretor da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Padilha coordenou as campanhas presidenciais do PT em 1989 e 1994. Antes de ser nomeado ministro, foi diretor Nacional de Saúde Indígena da Fundação Nacional do Índio (Funasa), órgão ligado ao Ministério da Saúde. Entre 2001 e 2003, ele coordenou projetos do Ministério da Saúde ligados ao combate da malária em povos indígenas do Pará e de cooperação entre Brasil e Suriname para o controle da doença. Em agosto de 2005, foi para a Secretaria de Relações Institucionais, para comandar o Gabinete da Subchefia de Assuntos Federativos da Presidência da República.

O novo ministro é formado em medicina pela Universidade de Campinas (Unicamp) e pós-graduado pelo Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Redação Terra
  1. Ex-governador do Rio de Janeiro, Moreira Franco assumiu a Secretaria de Assuntos Estratégicos

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

  2. Paulo Bernardo assumiu o Ministério das Comunicações

    Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

  3. Mário Negromonte assumiu o Ministério das Cidades

    Foto: Renato Araujo/Agência Brasil

  4. Garibaldi Alves recebe o carinho de colegas do PMDB

    Foto: Renato Araujo/Agência Brasil

  5. Garibaldi Alves assumiu a Previdência Social

    Foto: Renato Araujo/Agência Brasil

  6. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi um dos que mais aproveitou o clima de descontração

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  7. A cantora Anna de Hollanda chegou ao Museu da República para assumir o cargo de ministra da Cultura

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  8. Pedro Novais Lima, 80 anos, assumiu o Ministério do Turismo

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  9. Novais recebeu o cargo de ministro do Turismo de Luiz Barretto

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  10. Além do ex-ministro e do novo chefe do Turismo, participou da posse o vice-presidente Michel Temer

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  11. Luiza Helena de Bairros assumiu a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  12. Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial tem cerimônia de transmissão de cargo

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  13. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da cerimônia em que Nóbrega assumiu

    Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

  14. Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira assumiu a Secretaria de Relações Institucionais

    Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

  15. O ex-ministro da Integração Nacional João Reis Santana Filho transmite o cargo para o novo chefe da pasta

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  16. Fernando Bezerra tomou posse como ministro da Integração Nacional

    Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  17. Padilha recebeu o cargo de José Gomes Temporão

    Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

  18. Alexandre Padilha assumiu o Ministério da Saúde

    Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

  19. Maria do Rosário conversa com Fernando Haddad e Nelson Jobim em tranmissão de cargo na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  20. Maria do Rosário Nunes assumiu a Secretaria de Direitos Humanos no lugar de Paulo Vannuchi

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  21. Miriam Belchior assumiu o Ministério do Planejamento no lugar de Paulo Bernardo

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

  22. Edson Lobão assumiu a pasta de Minas e Energia no lugar de Márcio Zimmermann

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

  23. Fernando Collor, José Sarney, Roseana Sarney e Michel Temer presenciaram a transmissão de cargo do Ministério de Minas de Energia

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

  24. Como deputada federal, Iriny Lopes já ocupou a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Casa, em 2005

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  25. Iriny Lopes assumiu a Secretaria de Políticas para as Mulheres no lugar de Nilcéia Freire

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  26. Ideli Salvatti assumiu o Ministério de Pesca e Aquicultura no lugar de Altemir Gregolin

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  27. Tombini foi confirmado após muita especulação sobre o nome que sucederia Henrique Meirelles na chefia da autoridade monetária

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  28. Funcionário do BC desde 1995, Alexandre Tombini ocupava a diretoria de normas do banco

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  29. Alexandre Tombini assumiu a presidência do Banco Central no lugar de Henrique Meirelles

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  30. Afonso Florence (PT) tem 60 anos é formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia

    Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

  31. Afonso Florence ocupa o Ministério do Desenvolvimento Agrário no lugar de Guilherme Cassel

    Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

  32. Miriam Belchior foi coordenadora Geral do PAC depois da saída de Dilma Rousseff do Ministério da Casa Civil

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

  33. O senador Edison Lobão (PMDB-MA) reassumiu o Ministério de Minas e Energia, cargo que ocupou entre janeiro de 2008 e março de 2010

    Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

  34. Deputada federal pelo PT do Espírito Santo, Iriny Lopes assumiu a Secretaria de Políticas para as Mulheres do novo governo da presidente Dilma Rousseff

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  35. Nova ministra de Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti foi a primeira mulher eleita ao Senado pelo Estado de Santa Catarina

    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

  36. Formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, Afonso Florence assumiu o Ministério de Desenvolvimento Agrário

    Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

  37. Ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel também foi professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), presidente do Conselho Regional de Economia do Estado e diretor do Sindicato dos Economistas mineiro

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  38. Miguel Jorge passou a pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para Fernando Pimentel (PT)

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  39. Miguel Jorge ocupava o cargo de Ministro do Desenvolvimento desde 2007

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  40. Fernando Pimentel é formado em Economia, mestre em Ciências Políticas e amigo pessoal da nova presidente Dilma Rousseff

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  41. Sérgio Rezende (PSB) ocupava o Ministério de Ciência e Tecnologia desde 2005

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  42. O novo ministro de Ciência e Tecnologia afirmou que nos próximos anos o Brasil tem de investir em sustentabilidade ambiental

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  43. Mercadante garantiu que uma das prioridades do Brasil neste governo será a formação de recursos humanos em todos os níveis

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  44. Aloizio Mercadante (PT) afirmou que entre as prioridades está a cooperação científica com os países do Bric

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  45. Sérgio Rezende (esq.) passa o comando do Ministério de Ciência e Tecnologia a Mercadante

    Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

  46. Alfredo Nascimento (esq.) foi o primeiro ministro de Dilma a assumir e recebeu o cargo de Paulo Sérgio Passos

    Foto: Renato Araujo/Agência Brasil

  47. Alfredo Nascimento discursa ao assumir o Ministério dos Transportes

    Foto: Renato Araujo/Agência Brasil

  48. "Quero informar que o mundo dá voltas e eu volto à minha ocupação inicial: ajudante de produção", afirmou Carvalho ao receber a função antes exercida por Luiz Dulci

    Foto: Ricardo Matsukawa/Redação Terra

  49. Assim que recebeu seu cargo, Carvalho foi abraçado por convidados

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  50. Ele desempenhou diversas funções no Partido dos Trabalhadores (PT) e alguns cargos na prefeitura municipal de Santo André

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  51. Durante discurso, Carvalho declarou que seu compromisso é "continuar tentando fazer a ponte, uma ponte que precisa estar alicerçada dos dois lados da margem"

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  52. Carvalho disse que sua função como secretário-geral será um "trabalho de ponte" com os movimentos sociais

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  53. Carvalho é amigo pessoal e homem de confiança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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  54. Gilberto Carvalho assumiu a chefia da Secretaria-Geral da Presidência da República

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  55. "Depois do que fez Lula, isso é crível, é possível e vai ser conquistado", afirmou Tereza ao falar sobre o combate a pobreza

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  56. Durante o discurso, Tereza homeaginou Márcia Lopes com flores

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  57. "Nossa missão não será fácil, mas nunca antes na história desse País tivemos um ambiente tão favorável para alcançar esse objetivo", declarou Campello

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  58. Para ela, as políticas implementadas na gestão Lula vão permitir que a pobreza seja erradicada no Brasil

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  59. Durante o evento, Tereza cumprimentou a ativista do Movimento Negro e Feminista, Benedita Silva

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  60. Tereza recebeu a pasta coordenada nos últimos meses do governo Lula por Márcia Lopes

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  61. A nova ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello (PT), assumiu o cargo em Brasília e se comprometeu a erradicar a pobreza no País

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  62. Patriota declarou que irá privilegiar o diálogo, a diplomacia e um mundo livre de armas nucleares

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  63. Patriota agradeceu a indicação a Dilma, a quem considera provida de "honestidade intelectual, espírito público e sensibilidade"

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  64. Patriota e Amorim se abraçam enquanto suas esposas aplaudem ao fundo

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  65. "Não pense (Patriota) que não terá problemas. Quem cresce tem mais problemas. O Brasil está crescendo e terá mais problemas do que tivemos nós", disse Amorim

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  66. Amorim afirmou que deixa o cargo com a sensação de dever cumprido

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  67. Amorim disse que se sente orgulhoso por Lula ter passado a faixa a Dilma e por ele ter entregado o seu cargo a Patriota


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  68. O ministro das Relações Exteriores Antonio Aguiar Patriota recebeu o cargo do seu antecessor Celso Amorim

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  69. Palocci cumprimenta o ex-ministro Carlos Eduardo Esteves Lima, que ocupou a vaga interinamente

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  70. Antonio Palocci é o novo ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma

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  71. Palocci negou que sua função seja a de um conselheiro político

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  72. O novo ministro disse que será "mais um do time de Dilma"

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  73. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, participou da cerimônia de posse de Cardozo

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  74. Ex-chefe da Fazenda, Palocci deixou o governo Lula após o escândalo de quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa

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  75. "Esperem da Casa Civil todo o apoio", disse Palocci

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  76. Palocci recebeu o ministro interino, Carlos Eduardo Esteves Lima

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  77. Antonio Palocci foi empossado ministro-chefe da Casa Civil

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  78. O ex-deputado federal, José Eduardo Cardozo (PT) assume o cargo de ministro da Justiça

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  79. Cardozo durante sua posse como novo ministro da Justiça

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  80. Militares acompanham a posse de José Eduardo Cardozo

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  81. Luiz Paulo Barreto transmite o cargo de ministro da Justiça para José Eduardo Cardozo

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  82. Cardozo acredita que o governo de Dilma será, em sua essência, parecido com o de Lula

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  83. Palocci se assumiu como "mais um no time" de Dilma

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  84. "Abrir mão da mais absoluta liberdade de imprensa seria também impensável para minha geração", disse a ministra

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  85. O ex-ministro da Secom, Franklin Martins, transmitiu na manhã deste domingo o cargo a sua sucessora Helena Chagas

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  86. Em seu discurso, Helena Chagas assumiu o compromisso de defesa da liberdade de imprensa

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