Uma vidente suspeita de atrapalhar a investigação das mortes do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela e da advogada Maria Carvalho Villela diz manter contato com os espíritos do casal, assassinado em 2009 no Distrito Federal. Rosa Maria Jaques teria indicado à polícia uma prova que foi considerada "plantada". A filha do casal assassinado, Adriana Villela, é considerada a principal suspeita do caso. A vidente diz não conhecê-la. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Com base nas afirmações da vidente, a primeira delegada do caso encontrou uma chave do apartamento do casal Villela. Depois de a prova ser considerada "plantada" pela polícia, a delegada foi afastada e cinco pessoas foram presas, entre elas a vidente e seu marido. "O espírito da mãe de Adriana veio me agradecer por ter me mantido fiel à verdade apesar da grande pressão da situação e as consequências sobre minha vida e minha reputação", disse Rosa. "Vi através da vidência que a polícia acharia provas, nunca disse que seria uma chave", afirmou a vidente, que foi solta há duas semanas.
- Redação Terra

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