Retrato falado divulgado pela polícia
Foto: Polícia Civil/Divulgação
- Joyce Carvalho
- Direto do Paraná
Paulo Roberto Pereira Quintal, 36 anos, conhecido como Tutancâmon, confessou ter participado do assassinato do delegado José Antônio Zuba na cidade de Pontal do Paraná, litoral do Estado. Zuba foi morto por quatro homens no dia 24 de agosto.
Tutancâmon afirmou ter participado do crime em depoimento prestado na sede do Centro de Operações Especiais (Cope), em Curitiba. Mas, ele negou ter efetuado os disparos que mataram o delegado. O acusado foi reconhecido por outro preso envolvido no crime, Francisco Diego Vidal Coutinho, capturado no mesmo dia do assassinato do delegado.
Quintal foi preso no sábado, no terminal de ônibus de Joinville, em Santa Catarina, por policiais integrantes da força-tarefa que o buscavam. Ele não ofereceu resistência. Tutancâmon é o quarto suspeito do crime e afirmou que passou nove dias na mata fechada tentando escapar do cerco policial. Outros dois envolvidos foram mortos em confronto policial dois dias depois do assassinato, que ocorreu em um camping de Pontal do Paraná.
O caso
O crime aconteceu no dia 24 de agosto, quando os policiais investigavam uma denúncia sobre a presença de homens armados em um camping da cidade. O delegado Zuba e o servidor municipal Adilson de Silva foram mortos com vários tiros quando chegaram ao local. Durante a perseguição, os outros dois suspeitos do crime, Felipe Tex e Paulo Gauchinho, foram mortos.
- Especial para Terra

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