A retroatividade a março deste ano ficou condicionada a um aporte financeiro, que pode, eventualmente, vir, segundo o TJ. Os funcionários da capital e Grande São Paulo retornam ao trabalho na quinta-feira e os do interior, na sexta-feira.
Os servidores compensarão as horas paradas mediante mutirões e/ou utilização de banco de horas, licença prêmio ou créditos de férias atrasadas. Não haverá sanções administrativas aos servidores por atos e manifestações em consequência da greve.
De acordo com a Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), está agendada para 6 de outubro uma reunião da Comissão de Entidades com o presidente da Comissão Salarial, desembargador Antonio Carlos Malheiros, para uma avaliação da Proposta de Lei Orçamentária que deve ser encaminhada pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa até 30 de setembro.
A mobilização é considerada a mais longa da história. A greve anterior, em 2004, e durou 91 dias.
- Redação Terra

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