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 Ele ligaria quando chegasse são e salvo, diz mãe de brasileiro
29 de agosto de 2010 23h49 atualizado em 30 de agosto de 2010 às 00h11

Possível vítima da chacina de Tamaulipas, no México, Hermínio Cardoso dos Santos garantiu que ligaria para sua família, que vive em Sardoá (MG), assim que chegasse nos Estados Unidos. "Ele falou que ligaria depois que chegasse lá. São e salvo", disse Maria Cardoso dos Santos, mãe de Hermínio, ao Fantástico. Os documentos do jovem de 24 anos foram encontrados na cena do crime, mas seu corpo ainda não foi identificado.

O jovem decidiu ir para os Estados Unidos com o amigo Juliard Aires Fernandes, 20 anos, depois de ter voltado de Portugal, deportado. "Nós estávamos na esperança de que ele iria passar. Ele falou que o sonho dele era ir para os Estados Unidos", afirmou Maria. O corpo de Juliard já foi encontrado entre as 72 vítimas do massacre, todos imigrantes ilegais que tentariam passagem para os EUA, mas foram mortos quando recusaram trabalhar para um cartel de drogas mexicano.

Redação Terra