Camada de poluição devido ao ar seco encobriu a paisagem na zona sul de São Paulo
Foto: Raphael Falavigna/Terra
A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de São Paulo colocou toda a cidade em estado de atenção por causa da baixa umidade do ar. Às 12h43, o índice estava em 30%, com tendência de queda. Às 16h30, a umidade subiu para 47% e a cidade saiu do estado de atenção.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana, por meio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil da Cidade de São Paulo, informa que toda a cidade de São Paulo saiu do estado de atenção às 16h30, pois a umidade relativa do ar está acima de 30%. A estação automática do Mirante de Santana do INMET registra 47,0% no momento.
De acordo com a Defesa Civil, a população deve evitar atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10h e 17h não é aconselhável praticar exercícios entre as 11h e 15h. O combate a desidratação é fundamental neste momento, assim, as pessoas devem igerir bastante líquido, segundo a Defesa Civil.
O órgão também pede que as pessoas não coloquem fogo em terrenos baldios e vegetação seca, pois a baixa umidade relativa do ar pode aumentar as chances de incêndio nas pastagens e florestas.
Segundo a Defesa Civil, é comum que a umidade do ar fique reduzida nos meses em que ocorrem poucas chuvas, o que causa um aumento nos níveis de dióxido de enxofre e material particulado, devido às piores condições de dispersão. Isso propicia o surgimento ou agravamento de doenças respiratórias, cardiovasculares e oculares.
Sem medidas preventivas, podem ocorrer os seguintes sintomas:
1.Dores de cabeça e irritação nos olhos, nariz, garganta ou na pele;
2.Aumentam os riscos de transmissão de doenças respiratórias;
3.Aumenta o risco de desidratação;
4.Garganta seca, voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação da faringe;
5.Rompimento de vasos do nariz, provocando sangramento;
6.Maior facilidade de se contrair conjuntivite viral, alérgica e síndrome do olho seco;
7.O aumento de poluentes causa aumento da pressão arterial, arritmia cardíaca, por isso, infartos são mais suscetíveis, principalmente em quem já tem problemas cardiovasculares.
- Redação Terra




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