A família da brasileira de 14 anos condenada em 1° instância a seis meses de prisão seguido de deportação que teria tido relações sexuais com um motorista de ônibus escolar paquistanês nos Emirados Árabes Unidos recorrerá da decisão. A informação é do Itamaraty e foi confirmada nesta terça-feira.
A jovem foi condenada a seis meses de prisão depois que os promotores a acusaram de ter feito "sexo consensual" e ter combinado o encontro com o paquistanês. Segundo o jornal Gulf News, o motorista teria sido condenado a um ano de prisão seguido de deportação. Segundo o jornal, ele teria 25 anos. Outro jornal, The National, afirma que o paquistanês possui 28 anos.
Nos Emirados Árabes Unidos, como informa o The National, crimes relacionados ao sexo são analisados de acordo com a sharia, a lei islâmica, segundo a qual os acusados que já passaram pela puberdade são julgados como adultos.
O Itamaraty disse que acompanha o caso através da embaixada brasileira nos Emriados Árabes Unidos. Ainda segundo o Itamaraty, a família da jovem mora naquele País.
Com informações da AFP
- Redação Terra

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