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 Caso Rafael: PMs desconheciam acusação de propina, diz defesa
29 de julho de 2010 19h21 atualizado às 19h32

O cabo e o sargento da Polícia Militar acusados de pedir R$ 10 mil de suborno ao motorista do Siena, Rafael Bussamra, que atropelou e matou o fiho da atriz Cissa Guimarães, receberam, na tarde desta quinta-feira, no Batalhão Especial Prisional, em Benfica, a delegada que investiga o caso, Bárbara Lomba. O cabo afirmou que só falará em juízo.

A delegada que investiga o caso, Bábara Lomba, da 15ª DP (Gávea) conversou com os PMs, na tarde desta quinta-feira. De acordo com o advogado do cabo Marcelo Bigon, Claudionor Prazeres, seu cliente só falaria em juízo, já que não está tendo acesso ao inquérito. Ele ainda acrescentou que os PMs não conheciam Rafael Mascarenhas e que desconheciam a acusação de terem pedido dinheiro para liberar o carro do atropelador.

O comentário do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, foi criticado por Claudionor Prazeres. Na solenidade de inauguração da UPP do Andaraí, esta semana, Beltrame disse que os PMs são frutos podres da corporação:

"É uma vergonha ele falar assim de um policial com 20 anos de trabalho e com a ficha limpa", disse o advogado.

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