Bombeiro escala morro do Rio que teve parte da vegetação queimada
Foto: Pedro Teixeira/Futura Press
De acordo com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, o incêndio no Morro dos Cabritos afetou principalmente a parte inferior do costão atingindo bromélias, cactos e gramíneas. No entanto, as áreas replantadas pelo Projeto Mutirão Reflorestamento não foram atingidas, segundo comunicado divulgado pela pasta nesta segunda-feira.
De acordo com a pasta, na tarde de hoje, já não havia mais focos visíveis de incêndio na reserva e arredores. A secretaria destacou ainda que a área de vegetação queimada é menor do que os 4 hectares estimados.
Equipes técnicas da secretaria acompanharam durante quase 48 horas o incêndio no morro situado nas imediações da Lagoa Rodrigo de Freitas e de Copacabana e realizaram sobrevoo das áreas atingidas, enquanto outra equipe seguiu pela Fonte da Saudade, Ladeira do Sacopã e rua Vitória Régia, também afetadas pelo fogo.
Segundo os engenheiros florestais da secretaria, o fogo atingiu predominantemente a área com vegetação típica de costão rochoso, com maior prejuízo nos locais onde o solo é de pouca profundidade. Durante a vistoria, foi constatado que a base do costão foi afetada pela chuva de fagulhas, mas sem o risco de danos permanentes. Os técnicos examinarão a necessidade de complementar a cobertura vegetal com replantio.
Na parte inferior do morro, onde está a floresta secundária, os danos foram ainda menores, concentrando-se nas copas de algumas árvores que devem se recuperar.
O Corpo de Bombeiros do Rio suspeita que o incêndio, que teve início na noite de sábado, foi causado por um balão junino. O prefeito classificou de "palhaço" quem lança esse tipo de artefato e enfatizou que a atividade é um crime ambiental.
- Redação Terra












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