O Brasil vai tentar limpar a imagem da situação dos presídios brasileiros, que ficou arranhada diante da ONU (Organização das Nações Unidas) depois da divulgação de denúncias sobre violação dos direitos humanos em presídios do Espírito Santo. Para isso, o país vai usar o 12° Congresso na ONU, sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, que começa nesta segunda-feira, em Salvador, e terá duração de uma semana. As informações são da Folha de S. Paulo.
Para o congresso, são esperados cerca de 3 mil pessoas de 140 países, entre chefes de Estado, ministros, especialistas e outras autoridades, que discutirão temas como infância, lavagem de dinheiro, terrorismo e cibercrime. O Brasil tentará se explicar diante de denúncias de ONGs sobre tortura, maus-tratos, superlotação e falta de higiene nos presídios. Mesmo assim, segundo o responsável pela coordenação do evento de Salvador, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, disse que a ONU reconheceu o modelo brasileiro de penas alternativas à prisão "como uma faz melhores práticas para redução da superlotação carcerária no mundo".
- Redação Terra

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