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 TJ condena acusada de levar bebê de hospital em São Paulo
09 de fevereiro de 2010 19h20 atualizado às 19h25

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a cozinheira Neuza Aparecida da Silva a cinco anos de prisão, em regime fechado, acusada de levar um bebê da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em 2003. Em primeira instância, Neuza havia sido condenada a dois anos de prisão em regime semiaberto, mas o TJ julgou um recurso de apelação contra ela no último dia 2. A informação foi divulgada nesta terça-feira.

Segundo o TJ, Neuza da Silva se passou por enfermeira e tirou uma recém nascida da mãe em julho de 2003, registrando-a como sua filha, dias depois, na cidade de Jaú.

Por votação unânime, os desembargadores Geraldo Wohlers, Toloza Neto e Luiz Antonio Cardoso julgaram extinta a punibilidade de Neuza quanto ao fato de ter registrado como seu o filho de outra pessoa e a condenaram pela subtração da menina.

Os desembargadores negaram o recurso de Anderson Alves da Silva, condenado a dois anos de prisão por ter vendido uma cópia em branco de uma certidão de nascimento a Neuza.

Já a assistente social Bernardete Pires Pacheco, condenada à pena de dois anos de detenção, em regime semiaberto, convertida em prestação pecuniária e de serviços à comunidade, por suposta facilitação à subtração da menina Carla, foi absolvida pela 3ª Câmara Criminal, diante da "dúvida substancial quanto à coautoria" por parte dela.

Redação Terra