O domingo de sol forte está
levando milhares de banhistas às praias do Rio. O Grupamento
Marítimo de Salvamento está com o efetivo redobrado para atender a
possíveis casos de afogamento.
A água do mar quente, a 21º C, é
um convite para os banhistas tentarem se aventurar a dar umas
braçadas. mas é também motivo de preocupação para os
guarda-vidas. É que existem valas nas praias de mar aberto, e as
pessoas pouco acostumadas acabam afundando e não sabem sair dessa
situação.
Somente ontem (7) o Grupamento
Marítimo de Copacabana, que é responsável também pelas praias do
Leme, Ipanema, Leblon e São Conrado, todas na zona sul, realizou 105
salvamentos de banhistas. Segundo os responsáveis pelo posto de
Copacabana, o mar calmo, o aumento da frequência de banhistas, com a
lotação das praias a 100%, e o dia ensolarado contribuem para
aumentar o número de operações de salvamento.
No
dia de ontem, mais de 50 crianças perderam-se dos pais ou
responsáveis nas praias da zona sul e foram levadas para os postos
de salvamento. Esse número deve aumentar ainda mais hoje, afirmam os
responsáveis pelo posto de Copacabana.
Eles explicam que muita gente deixa
as crianças irem sozinhas brincar no mar e esquece de ficar olhando.
Com a praia superlotada, as crianças não acham os pais ou
responsáveis e acabam se afastando do ponto onde eles estão. Aí
começam a chorar e são levadas por outros banhistas para o posto de
salvamento.
Nas praias da zona sul há 62 guardas-vidas e supervisores
trabalhando hoje na areia.
Nas praias da Barra da Tijuca e
Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, no outro extremo da cidade,
onde o mar é mais perigoso, os guarda-vidas do Grupamento Marítimo
da região contam com o auxílio de um bote salva-vidas para
auxiliar nos casos de socorro.



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