O movimento rural apresentou a sua acusação ontem (5), durante audiência com integrantes da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington. O Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT) subscreveram a iniciativa.
O tema é acompanhado pelo Ministério de Relações Exteriores por intermédio do Departamento de Direitos Humanos. Segundo os diplomatas, o processo de denúncia costuma levar alguns dias até sua formalização e manifestações só ocorrem depois de concluída esta fase.
Integrantes do MST acusam setores do Judiciário de manterem posições contrárias a reforma agrária, com suposto apoio do Ministério Público. Segundo os sem-terra, isso caracterizaria perseguição.



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