Oliveira teria se recusado a fazer o teste do bafômetro, apontado uma arma para a cabeça de um tenente e ainda ensaiou fugir, atravessando o canteiro da Avenida Roberto Silveira, na saída do Túnel Novo, que liga São Francisco e Icaraí.
Até o comandante do 12º BPM, coronel Maurício de Moraes, precisou interferir e ajudou os policiais a levar o major até a 77ª DP (Icaraí). O tumulto começou às 4h30 e só acabou às 7h30, na delegacia. Ao ser parado, o oficial teria chamado o tenente de "moleque fedendo a leite" e dito um palavrão quando sacou sua arma.
Depois de dominado, ele foi autuado por desacato, arruaça e desobediência. Também perdeu a carteira de habilitação, foi multado em R$ 957,70, teve o carro rebocado para o depósito do Detran e perdeu sete pontos na carteira. Segundo o coronel Mário Sérgio, a exoneração do major será publicada terça-feira no Boletim Interno da corporação. Com mais de 15 anos na PM, Oliveira estava lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) e aguardava ser nomeado para ocupar uma função.
Há um registro de processo judicial contra o oficial, de 2007, quando também teria ofendido uma soldado atendente do 190. Ele foi condenado a seis meses de prisão em regime aberto, com sursis em dois anos, pelo Conselho Especial de Justiça da Auditoria de Justiça Militar.



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