Suzane é mantida na Penitenciária Feminina de Taubaté
Foto: Denny Cesare/Futura Press
A Justiça de São Paulo voltou a analisar nesta sexta-feira o pedido de progressão de Suzane von Richthofen para o regime semiaberto, segundo informações da assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo. A análise do pedido havia sido suspensa no último dia 12, depois que o Ministério Público (MP) decidiu abrir uma investigação para apurar supostos perfis que a jovem manteria na rede se microblogs Twitter.
A juíza da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, Sueli Zeraik Oliveira Armani de Menezes, havia suspendido a avaliação da concessão do benefício do regime semiaberto a Suzane para que fossem realizadas investigações sobre os perfis divulgados na internet.
O MP de Taubaté protocolou um pedido de investigação para apurar a existência de um perfil no Twitter e outros dois no Orkut que teriam sido criados por Suzane, atualmente presa na penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, interior paulista.
Suzane ainda aguarda a decisão de seu pedido de progressão de pena, que está sendo avaliado pela Justiça. Ela foi condenada juntamente com os irmãos Cristian e Daniel Cravinhos pelo assassinato dos pais da jovem, ocorrido em outubro de 2002. Daniel, que namorava Suzane, e seu irmão confessaram que mataram o casal com golpes de barra de ferro. O crime foi planejado pela jovem.
O promotor Paulo José de Palma havia encaminhado para a Justiça um parecer contra a mudança para o regime semiaberto dizendo que Suzane tem personalidade dissimulada e manipuladora. Segundo Palma, Suzane não teria condições de voltar ao convívio social neste momento.
- Redação Terra


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