O Ministério Público de São Paulo denunciou, na segunda-feira, 18 supostos integrantes da organização criminosa conhecida como Primeiro Comando da Capital (PCC). As acusações são de associação em quadrilha, uso de documentos públicos falsos e corrupção, entre outros crimes.
De acordo com a denúncia, a Polícia Militar recebeu informações anônimas de que integrantes da quadrilha vinham se reunindo com freqüência na quadra da escola de samba Barroca da Zona Sul. Eles se encontrariam para planejar crimes na região da Baixada Santista durante o feriado prolongado de Tiradentes.
Segundo o MP, no dia 16 de abril, às vésperas do feriado, os policiais cercaram a quadra da escola de samba e confirmaram que a reunião acontecia. Percebendo a movimentação da polícia, os suspeitos tentaram fugir, mas foram detidos.
Ainda de acordo com o MP, dois dos suspeitos, quando abordados, confessaram pertencer ao PCC e tentaram subornar os policiais para que fossem liberados. No carro deles foram encontrados R$ 11.907.
De acordo com o MP, a maioria dos 18 denunciados portava documentos de identidade falsificados ou adulterados e possuía ficha criminal. Alguns deles eram procurados pela Justiça.
Também foram apreendidos oito veículos e 40 aparelhos celulares e um papel contendo anotações de nomes e valores.
Os denunciados são José Elias de Andrade, José Marcos da Silva, Antonio Borges de Oliveira, Alex Claudino dos Santos, Gilmar Pereira Borges, Oslais Oliveira Silva, Luis de França de Silva Neto, Jorge Luis dos Santos, Sandro José de Oliveira, Felipe Geremias dos Santos, Gilson Walter Pereira, Wellington Almir Fernandes, Sergio Augusto Fonseca, Nataniel Alves dos Santos, Jadielson Florentino dos Santos, Ricardo Salome Campos, Paulo Sergio Gonçalves e Wilton Antunes Lima.
- Redação Terra


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