Marcos Parreira do Carmo é julgado no 3º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro
Foto: Guilherme Gonçalves/AJB/Futura Press
O promotor Marcelo Monteiro, responsável pela acusação no julgamento do policial Marcos Parreira do Carmo, suspeito de matar o jovem Daniel Duque em junho, na saída da boate Baronetti, em Ipanema, pediu a absolvição do réu durante o juri que acontece nesta terça-feira, no Rio de Janeiro. Segundo o promotor, que começou a falar por volta de 18h10, os depoimentos das testemunhas não foram consistentes.
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"A qualquer réu a lei assegura o benefício da dúvida. O único caminho para se fazer justiça é a absolvição", afirmou o promotor, que enfatizou ter analisado todos os depoimentos, inclusive dos amigos da vítima Daniel Duque.
No julgamento, presidido pelo juiz Sidney Rosa da Silva, foram ouvidas nove testemunhas, sendo cinco de acusação e quatro de defesa. Último a ser ouvido, o vendedor de balas Valdemir Ferreira Pinto, que trabalha em frente à boate, afirmou ter presenciado o crime.
"Daniel partiu para cima do policial e tentou tomar sua arma", disse a testemunha. Valdemir afirmou também ter ouvido dois tiros disparados para o alto.
O júri está previsto para terminar por volta da 1h.

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