Os cálculos dos Estados sobre o impacto da lei do piso salarial a professores nas finanças públicas será avaliado pelo Ministério da Educação. Um parecer da Advocacia Geral da União (AGU) sobre a constitucionalidade ou não da norma também foi pedido. As informações são da Folha de S.Paulo.
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O ministro Fernando Haddad disse que só se posicionaria depois de ouvir os Estados e não descartou mudanças na lei. "Só posso achar alguma coisa com base nos subsídios que pedimos que nos encaminhassem", disse, ao jornal.
Os pontos polêmicos, criticados pelos Estados, são os que determinam que um terço da jornada de trabalho dos professores será dedicado a tarefas extraclasse, como correção de provas. A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB) foi ontem a Brasília pedir mudanças na lei.



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