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Rio: presos suspeitos de matar policial em falsa blitz

10 de abril de 2007 09h33 atualizado às 09h40

Agentes do Grupo de Investigação Complementar da 22ª DP (Penha) prenderam no início da noite desta segunda-feira, o taxista Jonathan Wallace de Souza Rosa, 19 anos, e os irmãos Carlos Henrique, 24 anos, e Paulo Henrique Gomes de Magalhães, 32 anos. A arma apreendida com eles pertencia a um policial lotado na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) que foi executado no dia 12 de janeiro.

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Os três suspeitos estavam no Siena táxi da Coop-Service Assembléia e tentaram fugir ao perceberem que seriam interceptados pelos agentes, que faziam operação de combate ao roubo de carros na região. O veículo foi alcançado na avenida Pastor Martim Luther King Júnior, em Del Castilho, na zona norte do Rio.

De acordo com a polícia, os três presos, que responderiam apenas por porte ilegal de armas e por uma possível receptação, poderão responder também por homicídio, já que são suspeitos de participar da falsa blitz na ocasião em que o agente foi executado. Além disso, de acordo com a polícia, os três podem ter participado de outros roubos naquela região.

Na delegacia, Jonathan disse aos policiais que conhece Carlos e Paulo e que estava fazendo uma corrida para o bairro de Maria da Graça, onde os dois soltariam. O táxi, conforme os documentos apresentados aos agentes, é de propriedade da mãe de Jonathan, Alba Valéria de Souza Rosa. Jonathan, que segundo ela, é motorista auxiliar.

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