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"A maior cafetina do Brasil" é presa em SP

14 de dezembro de 2006 13h35 atualizado em 24 de dezembro de 2006 às 12h24

Giselda Oliveira é considerada a maior cafetina do Brasil. Foto: Agência Bandnews/Especial

Giselda Oliveira é considerada a "maior cafetina do Brasil"
Foto: Agência Bandnews/Especial

A Polícia Federal prendeu na manhã de hoje, em São Paulo, a cafetina Jiselda Oliveira, conhecida também como "Gigi", auto-intitulada "a maior cafetina do Brasil" e acusada de comandar uma rede internacional de tráfico de prostitutas. Cerca de 100 policiais foram destacados para esta que foi chamada de Operação Afrodite.

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» Polícia Federal realiza operação Afrodite em SP

Sete mandados de prisão e 18 ordens de busca e apreensão foram cumpridos pela polícia hoje. Nos apartamentos revistados, a PF encontrou agendas e programas de computador que poderiam servir para fazer a contabilidade da agência de prostituição da quadrilha. O negócio, conforme revelam gravações feitas durante as investigações, ia bem "e a polícia não sabia de nada".

Juntamente com Jiselda também foram presos Rogério Aparecido Rodrigues, Walisbalde José dos Santos, Raimundo Marcos Pereira, Glauber Gonçalves Santos, Elisângela Olímpio dos Santos e Claudinei Luz.

Segundo informações da Globonews, todos devem responder por tráfico de mulheres, formação de quadrilha, rufianismo (tirar proveito da prostituição) e intermediação do transporte de pessoa para excercer prostituição. As penas podem ir de um a oito anos de prisão.

A investigação sobre a ação da quadrilha de Jiselda foi iniciada em abril de 2005. De acordo com a Polícia Federal, Jiselda Oliveira contratava mulheres sob encomenda. A maior parte dos negócios era fechada pela internet. Ela providenciava mulheres para excursões de estrangeiros que vinham ao Brasil fazer turismo sexual. Além disso, mandava mulheres para se prostituir fora do País, principalmente na Espanha e em Portugal.

Redação Terra