Quando prestou depoimento na semana passada, Cirino chegou a dizer que havia outra pessoa com ele, mas depois voltou atrás e afirmou ter feito tudo sozinho. "Não existiu esta segunda pessoa. Isso é uma fantasia", disse Medeiros.
O delegado Rodolpho Chiarelli, que preside o inquérito, afirmou que o caso está esclarecido, mas não concluído. Segundo ele, as investigações continuarão. Serão ouvidos o irmão de Rogério, Valter Tavares, e a avó dele, Isaura Gonçalves, 93, que estava na casa no momento do crime.
De acordo com Chiarelli, Valter poderá colaborar informando sobre a relação de seu irmão com os pais e dando detalhes da casa, já que morou lá por vários anos.
Além dos parentes das vítimas, devem depor o serralheiro que trabalhava na troca do portão externo da garagem da casa onde ocorreu o crime e duas pessoas que faziam uma mudança em um imóvel em frente ao local.
Rogério ficou no DHPP por cerca de cinco horas. Além do depoimento, fez exame de corpo de delito e teve seu ferimento no pescoço, ocorrido no dia do crime, fotografado.
- Redação Terra

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