O próprio Cirino disse à imprensa na tarde de hoje que a ligação ouvida por sua mãe, que acreditou ser de um comparsa do filho, era de um amigo.
Para o delegado Rodolpho Chiarelli, a história "não tem pé nem cabeça" e não resistiu a duas perguntas formuladas pelos policiais. O delegado disse ainda que só há marcas da presença de um bandido na casa e que, se alguém o ajudou, foi de outra forma.
Telefones
Chiarelli afirmou ainda que a polícia vai pedir a conta telefônica detalhada do telefone celular de Cirino para saber de quem foi a ligação ouvida pela mãe, e que as investigações não descartam nenhuma hipótese. De acordo com Chiarelli, a versão dada pela mãe também será analisada.
Amanhã, o delegado fará contato com os peritos para a elaboração dos laudos. Na próxima semana, continuarão os depoimentos. Devem depor Rogério Tavares, 42 anos, filho do casal assassinado, um serralheiro e um pedreiro que trabalhavam na casa, a empregada doméstica, um porteiro e pessoas que estavam na rua próximo ao horário do crime.
- Redação Terra

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