Foto: Terra
Os responsáveis pela melhora foram a equiparação do número de meninos e meninas matriculadas na escola, eqüidade de oportunidades a homens e mulheres e no aumento da expectativa de vida. As estatísticas mostram ainda que os brasileiros têm uma expectativa de vida que chega a 67,8 anos e que a renda per capita passou de R$ 7.349 para R$ 7.360.
Entretanto, o texto aponta uma tendência crescente de concentração de renda, que, caso se mantenha, impedirá o País de atingir a meta de redução da pobreza em 50% até 2015. De acordo com o Pnud, 10% dos lares mais ricos do Brasil têm 70 vezes a renda dos 10% mais pobres. Além disto, o País também apresenta grandes desigualdades entre regiões.
Conforme as últimas estatísticas disponíveis, o Sul é a única região que, se mantiver as tendências atuais, conseguirá reduzir à metade a proporção de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza até 2015. O relatório também aponta uma queda no nordeste, no centro e no sudeste do País. O Norte é a única região onde a pobreza aumentou, passando de 36% em 1990 para 44% em 2001. "A culpada não é a escassez de recursos, mas uma persistente e alta desigualdade", ressalta o relatório, segundo o qual também houve um retrocesso do índice de desenvolvimento humano dessa região.
- Redação Terra

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