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Seguranças de filho de Lula são baleados em SP

18 de junho de 2003 20h49 atualizado em 19 de junho de 2003 às 13h01

Quatro assaltantes armados roubaram o carro de Sandro Luiz, de 23 anos, um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a noite. Ele estava na casa da namorada Fabiana, no bairro Vila Industrial, em Santo André, no ABC paulista. Dois seguranças dele foram baleados. Um está em estado grave.

Os dois feridos são agentes da Polícia do Exército. Eles esperavam Sandro no carro e trocaram tiros com os bandidos quando houve o assalto. O sub-tenente Alcir José Tomazi está internado em estado grave. Ele foi atingido com um tiro na cabeça. O cabo Nivaldo Ferreira, que sofreu ferimentos leves, foi atendido no Pronto Socorro de Santo André e liberado em seguida. O carro, um Astra, foi localizado abandonado na região do bairro de Utinga.

O presidente Lula não quis comentar o incidente por ser um "caso de polícia". Tanto Sandro como os outros três filhos de Lula viajaram nesta quinta-feira para Brasília, onde passam o feriado de Corpus Christi com a família. Lula embarca também nesta quinta para os Estados Unidos, onde tem encontro com o presidente George W. Bush.

Investigações
O superintendente da Polícia Federal (PF) em São Paulo, Francisco Baltazar, destacou oito agentes para tentar prender os assaltantes. Baltazar abriu um inquérito na PF. Isso pode provocar um conflito de atribuições, já que os dois militares pertencem ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, que também deve investigar o caso.

O delegado George Henry Millardi, da seccional de Santo André, abriu um inquérito para apurar o assalto e disse que não precisará ouvir Sandro, pois ele estava no interior da casa da namorada e não acompanhou a ação nem a troca de tiros. A polícia já divulgou o retrato falado dos assaltantes.

No dia 3 de junho, o presidente nacional do PT, José Genoino, escapou de um seqüestro relâmpago em São Paulo. Dois homens armados levaram um Fiat Marea destinado ao transporte de Genoino e mantiveram comom reféns a assessora Daniela Antunes e o motorista Edson Tadeu Zacharias durante uma hora e meia. Genoino estava no carro, mas entrou em casa para pegar uma escova de cabelo quando houve o seqüestro.

Redação Terra

o subtenente do Exército Alcir Tomasi morreu depois de ser baleado na cabeça