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Filha acusa Street de usar imagem de Ângela Diniz

06 de setembro de 2006 08h20 atualizado às 08h22

Cristiana Vilas Boas, 42 anos, filha da socialite Ângela Diniz, afirma que Doca Street, ao lançar o livro Meã Culpa, está querendo ganhar dinheiro às custas de sua mãe. Street matou Ângela Diniz com cinco tiros na cabeça no dia 30 de dezembro de 1976.

» Street diz que se arrepende de ter matado Ângela Diniz

"Esse homem é um canalha. Ele está querendo ganhar dinheiro à custa da minha mãe. Meu Deus, quando é que ele se cansará de assassiná-la e a reputação dela?", diz Cristiana, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.

Para a filha de Ângela Diniz, Street agiu com cinismo ao pedir perdão pelo que fez em uma entrevista ao Fantástico. "Ele foi à televisão dizendo que pede perdão à nossa família. Tinha, sim, que pedir perdão por todas as mentiras que contou", diz ela.

Cristiana lembra que percebia algo de errado no comportamento de Doca Street em relação à sua mãe. Segundo ela, Street parecia ser possessivo e "não largava dela um minuto sequer". "Minha mãe não pôde conversar a sós com minha avó, com minha tia ou com os seus filhos. Até ao banheiro ele ia junto", conta.

"Esse homem fala no livro que Ângela usava drogas de manhã, de tarde e de noite. Se usava, era ele quem incentivava. Em Minas, de onde saíra havia pouco tempo, ela nem bebia", afirma a filha. No livro, Doca Street admite que, em duas ocasiões, Ângela quis parar de cheirar cocaína, mas foi ele que não quis. "O problema dela era o álcool, a cocaína até a ajudava a se recompor", justifica.

Redação Terra