Conor White-Sullivan (sentado) assiste a apresentação de Hussain
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
- Fernando Diniz
- Direto de São Paulo
Além de amplificar o discurso político, as redes sociais mostraram seu poder em episódios como a Primavera Árabe por organizar pessoas com os mesmos ideais em grupos e fornecer material para a mídia tradicional. A avaliação é do pesquisador Muzammil Hussain, especialista em política do Islã da Universidade de Washington.
Veja a programação do evento
Inscreva-se já
"Sem as redes sociais seria significantemente mais difícil para as mensagens chegarem ao redor do mundo, chegar em países influentes. As ferramentas online diversificaram o número de pessoas envolvidas no episódio", disse Hussain, que também destacou a troca de informações entre os grupos de manifestantes e a mídia internacional.
Durante sua apresentação, Hussain mostrou fotografias de manifestantes na praça Tahrir, no Egito, e em outros países levantando cartazes com o símbolo de redes sociais, como o Facebook. "Tivemos nesse evento mais pessoas celebrando aplicativos de internet do que líderes particulares", disse.
O uso de redes sociais para o engajamento social é como "uma bola de neve rolando montanha abaixo", explicou o diretor de tecnologia editorial do Huffington Post, Conor White-Sullivan. Nesse caminho, ele ajudou a fundar o Localocracy.com, uma comunidade para o engajamento de grupos. A sociedade expõe determinado problema, podendo interagir com governantes e jornalistas. "Quando você tem 15 ou 20 pessoas pensando a mesma coisa, você cria uma mensagem, atraindo mais gente", disse.
- Terra



















Assista agora »
Assista agora »
