O secretário-geral, Kofi Annan, anunciou no último dia 30 de setembro a criação deste comitê, parte do esforço da ONU para ser "mais eficiente e capaz de responder às novas demandas do século XXI", disseram fontes da organização.
O comitê será formado por outros 11 membros de alto nível, procedentes do mundo da política, de organizações não- governamentais e as universidades ou o setor privado.
Um dos objetivos do novo comitê será buscar formas de a sociedade civil dos países em desenvolvimento desempenhar um papel dentro da ONU, para facilitar a participação das organizações não-gornamentais, do setor privado e o político.
A criação deste grupo de trabalho surge no momento em que as ONGs experimentam um forte crescimento, tanto no número de membros como em sua capacidade de influência nas decisões dos grandes organismos internacionais.
De fato, a ONU reconhece que este tipo de organização colabora estreitamente nas missões de ajuda humanitária e no desenvolvimento de projetos.
Além disso, alcançaram importantes sucessos em áreas prioritárias de trabalho da ONU, como a luta contra as minas antipessoais e a redução da dívida dos países pobres.
Além do ex-presidentee Cardoso, fazem parte deste grupo Juan Mayr, da Colômbia; Bagher Asadi, do Irã; Brigita Dhal, da Suécia; Peggy Dulany, dos Estados Unidos; André Erdos, da Hungria; Asma Jader, da Jordânia; Malini Mehra, da Índia; e Kumi Naidoo, da África do sul.
Também Mary Racelys, das Filipinas; Prakash Ratilal, de Moçambique; e Aminata Traoré, de Mali.
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