Hoje, as famílias começaram a transportar seus pertences para um terreno, também cedido pela escola. A ida para São Paulo foi um acordo entre a liderança do movimento e a diretoria da escola. "Estávamos na praça da matriz, mas começou a chover. A escola nos acolheu e ofereceu um abrigo", conta Iracema Silva, responsável pelo movimento.
JB Online