Rio Paraíba, em Campos dos Goytacazes, no Rio |
Os testes foram realizados por um laboratório particular a pedido do vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Alerj, deputado Carlos Minc.
As dioxinas encontradas são compatíveis com efluentes resultantes do processo de branqueamento das indústrias de celulose, o que indicaria, segundo a assessoria de imprensa do deputado, que o desastre ecológico com a indústria de papel Cataguazes provocou muito mais danos ao meio ambiente do que se supunha. Os agentes químicos se acumulam na cadeia alimentar e, ao contaminarem a gordura dos peixes, acabam atingindo os seres humanos.
Carlos Minc dará entrevista coletiva hoje, juntamente com o engenheiro químico José Roberto de Souza e com o chefe do laboratório responsável pela análise, Márcio Rocha, para falar sobre o caso.
Agência Brasil