Os manifestantes derramaram refrigerante no chão da empresa. Uma comissão foi recebida pela direção. O diretor Ricardo Vontobel destacou que a distribuidora da bebida com a marca norte-americana, "é gaúcha e também é contra a guerra".
O segundo protesto aconteceu num posto de gasolina da empresa Esso, que teve de permanecer fechado por cerca de uma hora. Nas duas manifestações, a Brigada Militar acompanhou a movimentação de perto, mas não houve conflitos. Nos próximos dias, a CUT deverá promover novos protestos a multinacionais norte-americanas que operam no Rio Grande do Sul.
JB Online