Duas delas serão conduzidas pelo procurador-geral da Justiça, Rodrigo Pinho. Ele informou à rádio Jovem Pan que vai apurar se houve tráfico de influência no pagamento de publicidade do Estado a uma revista de medicina do médico de Alckmin. O governo teria concedido patrocínio institucional de R$ 60 mil da CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista) para a revista Ch'an Tao, da Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, presidida pelo médico Jou Eel Jia, acupunturista de Alckmin.
Outra denúncia é em relação à doação de 400 peças do estilista Rogério Figueiredo para a ex-primeira-dama Lu Alckmin. Ela teria utilizado os vestidos em proveito próprio. A promotoria também investiga a ocorrência de contratação irregular de contratos da Nossa Caixa com agências de publicidades.
Outra investigação apura a suposta aquisição em duplicidade por parte da Nossa Caixa de 500 fornos a gás para doação ao programa das padarias artesanais que Lu Alckmin criou ao presidir o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.
Redação Terra