Brasileira não temia atentados em Israel, diz sobrinha

31 de março de 2006 • 12h32 • atualizado às 15h31
Helena Halevy nunca imaginou que poderia ser vítima da violência na região Foto: AFP
Helena Halevy nunca imaginou que poderia ser vítima da violência na região
31 de março de 2006
Foto: AFP

A sobrinha da brasileira que morreu em atentado suicida na Cisjordânia, Helena Halevy, afirmou hoje que ela nunca imaginou que poderia ser vítima da violência na região. Segundo Sônia Glatt, Helena, apesar de morar há mais de 40 anos em Israel, visitava uma vez por ano, durante as férias, o Brasil.

» Brasileira morre em atentado na Cisjordânia

"Ela se mantinha muito ligada ao Brasil", disse ela em entrevista à GloboNews. Sônia contou que Helena tinha quatro filhos em Israel, além da sua mãe, que morava em Jerusalém. Helena foi viver em Israel aos 18 anos, onde conheceu o marido, Rafi, contou a sobrinha, que vive no Rio de Janeiro.

Helena morreu ontem durante atentado suicida na Cisjordânia, perto de Nablus. Ela e o marido voltavam para o assentamento de Kedumin após visitarem parentes quando deram carona para três pessoas, entre eles, um palestino vestido como religioso judeu. O suicida detonou explosivos junto ao corpo matando todas as pessoas no veículo.

Redação Terra
 
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