Angélica entrou com pedido de habeas-corpus no STJ após ter sua solicitação de liberdade negada pela justiça paulista. A defesa alegou que ela deveria ser acusada de furto e não roubo, provocado por ''estado de miséria pela qual passa juntamente com sua família'', o que justificaria sua atitude desesperada.
Desempregada, Angélica tem um filho de dois anos e mora com a mãe doente. Ao ser detida, ela alegou que, ao ver o filho chorando de fome, foi a um supermercado a convite de uma amiga, quando escondeu o pote de manteiga em um boné.
Redação Terra