O advogado de Angélica, Nilton José de Paula Trindade, também entrou com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que ainda não foi julgado.
Trindade afirma que ela deveria ser acusada de furto e não roubo, provocado por "estado de miséria pela qual passa juntamente com sua família", o que justificaria sua atitude desesperada. Segundo ele, Angélica está desempregada, tem um filho de dois anos e mora com a mãe doente. Ele alega que a mulher, ao ver o filho chorando de fome, foi a um supermercado a convite de uma amiga, quando escondeu o pote de manteiga em um boné.
Redação Terra