O Cremers quer saber se os três médicos envolvidos (anestesista, pediatra e otorrinolaringologista) agiram corretamente. Se for constatado que houve erro, eles podem ser punidos com a cassação do registro profissional. O problema que levou o Cremers a entrar no caso é o fato de os pais da criança, Jaime Vieiro Aita e Gissele Borba Taz, só terem sido comunicados da retirada das amídalas depois da cirurgia.
Na terça-feira, a diretora técnica do hospital, Rosa Wolf, descartou ao jornal Diário de Santa Maria a possibilidade de erro médico. Rosa explicou que a operação da hérnia não ocorreu porque o médico precisou retirar antes as amídalas, que seriam grandes, para entubar o menino. Devido a um sangramento na garganta, a outra cirurgia foi suspensa. Já o pediatra, que atendeu o menino, preferiu não falar sobre o assunto.
Redação Terra