O padre foi flagrado no motel pelo marido da mulher que o acompanhava. Como o marido estava armado, o caso acabou parando na Polícia Civil de Aquidauana, uma vez que porte de armas é crime. O marido chegou a ficar detido e foi liberado depois.
A nota divulgada hoje afirma que os fiéis não esperavam que "um sacerdote tão estimado pudesse provocar escândalo de tal gravidade. A ação praticada pelo padre Joselito é condenada pela Igreja, pois ofende a Deus, a comunidade cristã, a sociedade, a família". A nota segue dizendo que o pecado do padre mancha a imagem da Igreja e, em particular, o clero.
Ainda conforme a nota não há punição na esfera civil para o ato do padre, mas é considerado pecado muito grave. As penas são, diz a nota, severas para sacerdote que rompeu o juramento da castidade, violou o matrimônio e traiu a confiança da comunidade. A certeza de punição servirá para "corrigir o faltoso para recuperar a graça de Deus e a confiabilidade dos fiéis em Cristo". A nota é encerrada com a expectativa de manifestação de arrependimento do padre para que, após o processo canônico, "ele possa alcançar o perdão de Deus e da Igreja".
Campo Grande News