Pensando nas eleições do ano que vem, o presidente Lula estaria preocupado em mostrar "serviço" e "realizações". O governo deve escolher as prioridades entre 170 projetos, grande parte em infra-estrutura (como a ampliação da BR-381 em Minas Gerais e a construção da Ferrorvia Norte-Sul).
Além do R$ 1,5 bilhão, existem R$ 2,5 bilhões (oriundos do aumento da arrecadação) que estão sendo disputados por governadores e prefeitos e parlamentares e ministros. Os ministérios já têm R$ 5 bilhões, ainda não utilizados.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, já afirmou que o destino dos bilhões será decidido pelo presidente. "É uma escolha de Lula", disse. Na sexta-feira, durante seminário para investidores - Brasil e Parceiros, o presidente havia dito que o ano eleitoral não afetaria a economia.
A reunião da próxima segunda-feira será entre a Junta Orçamentária e terá as presenças dos os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff; da Fazenda, Antonio Palocci; das Relações Institucionais, Jaques Wagner; além de Paulo Bernardo.
Redação Terra