Os pescadores alegam que vivem sitiados dentro das casas à espera de ajuda, enquanto seus barcos continuam encalhados em imensos bancos de terra e lama provocados pela seca de rios e lagos da região. "O jeito é comer jacaré, que não custa nada. Não faturo nada há mais de 20 dias. Meu barco está parado e meu prejuízo é grande", disse Francisco Bentes, do distrito de Curuaí.
Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o governador Simão Jatene declarou que o Estado não tem condições fazer sozinho a distribuição dos alimentos para as comunidades mais distantes. Ele pediu que os prefeitos mobilizem servidores para levar as cestas básicas em caminhões e barcos.
- Redação Terra


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