O delegado chefe da Polícia Civil de Santos, Everardo Tanganelli Júnior, disse que as vítimas tinham entre 4 a 12 anos. Segundo ele, pelo menos duas meninas de 10 anos foram estupradas e as outras, molestadas.
"Uma das vítimas só contou o fato à mãe depois de oito meses, porque ele a ameaçava, dizendo que sumiria com a menina, caso contasse", disse o delegado.
Segundo a polícia, Arruda usou o fato de freqüentar uma igreja evangélica para ganhar a confiança dos familiares. "Ninguém desconfiava que ele pudesse fazer algo do tipo", afirmou o policial.
A primeira denúncia contra o pedreiro foi feita em abril. Desde esse período, ele passou a ser investigado. No entanto, fugiu para as cidades de Barra do Turvo, no Vale do Ribeira (SP), e Colombo, no Paraná, onde foi preso. Arruda já foi transferido para São Paulo e ficará detido na Cadeia de Peruíbe.



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