Suzane é acusada de planejar a morte dos pais |
Segundo os ministros do STJ, Suzane deve responder ao processo em liberdade por não haver fundamentação para a prisão temporária ou preventiva da estudante, que ainda não foi julgada no tribunal de Justiça de São Paulo.
A defesa de Suzane alegou que o Tribunal de Justiça de São Paulo não se manifestou sobre a legalidade da prisão preventiva ao reconhecer a existência de crime e de indícios suficientes contra Suzane. A defesa também disse que como a estudante é ré primária e tem bons antecedentes, não representará perigo à ordem e nem criará obstáculos à aplicação da lei se estiver em liberdade.
Suzane é acusada ser a mentora intelectual do assassinato dos seus pais, o engenheiro Manfred von Richthofen e de sua mulher, a psiquiatra Marísia. O casal foi morto a pauladas por Daniel Cravinhos de Paula e Silva, namorado de Suzane, e o irmão dele, Cristian. O motivo teria sido a proibição do namoro de Suzane e Daniel.
Redação Terra